Em “No Mundo Maior”, André Luiz nos faz refletir sobre a extensão real da família para além dos laços de consanguinidade. Como Maria de Magdala, Chico Xavier e tantas outras pessoas, o acolhimento e cuidado dos nossos irmãos e nossas irmãs na Terra demonstra nossa posição na divina família universal.

[…] não permitas que a sombra de algumas horas te empane a luz dos séculos porvindouros. É possível […] que te sintas tão lamentavelmente só, quando o Supremo Senhor te concedeu o sublime lar no mundo inteiro? A Humanidade é nossa família, os filhinhos da dor nos pertencem. […] Se há períodos de florescimento nos vales humanos, dentro dos quais nos inebriamos em plena primavera da Natureza, existências se verificam, aparentemente isoladas e desditosas, nas culminâncias da meditação e da renúncia, a cuja luz nos preparamos para novas jornadas santificadoras. [1]

1. André Luiz. Psicose afetiva. Do livro No Mundo Maior, psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Homenagem do Lar de Maria às famílias por ocasião do Dia Internacional da Família (15 de maio)

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