Os dirigentes do Colegiado Diretor e da Comissão de Contas do Lar de Maria, eleitos em Assembleia Geral Ordinária em 28 de novembro de 2020, iniciarão o mandato de três anos à frente da instituição em 1º de janeiro de 2021. O foco do grupo desses trabalhadores voluntários da Doutrina Espírita é intensificar as atividades doutrinárias, sociais e administrativas para fortalecer a Casa que completará 74 anos de atuação em 2021. Nesse processo, a proposta é o funcionamento das ações dos setores em consonância com as recomendações da União Espírita Paraense (UEP) e das autoridades de Saúde, para resguardar o bem estar dos trabalhadores e do público-alvo das ações diante da pandemia da covid-19.
O Lar de Maria conta com os departamentos Administrativo (DEADM), de Orientação Doutrinária (DEORD) e de Assistência e Promoção Social (DEAPS) e mais uma Comissão de Contas. A votação mobilizou sócios efetivos de forma presencial e virtual.
Ramon Barros e Michel Souza foram reeleitos para o DEADM. Luciano Simões e Olga Soares foram reconduzidos ao DEORD, e o DEAPS teve como dirigentes reeleitos Marilúcia Raulino e Rosana Barros.
A Comissão de Contas teve como dirigentes eleitos Amilton Pinheiro, Cristiane Savedra e Thiago Eymar Oliveira. Os dirigentes do Colegiado Diretor e da Comissão de Contas terão mandato de 2021 a 2023.
Atuação
Na Assembleia, Luciano Simões, do DEORD, apresentou a proposta de planejamento estratégico do retorno às atividades presenciais para 2021, em obediência aos aspectos da segurança sanitária estabelecidas pelo Órgão Fiscalizador, ressaltando a dinâmica, nos grupos de estudo, de forma híbrida, ou seja, virtual e presencial. Luciano fortaleceu a ideia do trabalho voluntário na forma administrativa, mediante a atuação de cada membro da Casa na estrutura do Lar de Maria. Ressaltou que ele e Olga Soares pretendem atuar em prol do aumento de trabalhadores no Lar, inclusive, com o engajamento de jovens espíritas em diálogo com os mais antigos no departamento. Outra proposta é integrar cada vez mais as ações doutrinárias ao estudo da mediunidade.
Já Ramon Barros, do DEADM, enfatizou o conceito de colegiado na gestão da Casa. Ele ressaltou o processo de monitoramento do cenário na sociedade para que se possa adaptar o Lar de Maria ao contexto vigente com relação à retomada das atividades presenciais. Além de abordar a unificação dos setores para a atuação mais abrangente do Lar, Ramon discorreu sobre a questão financeira, envolvendo as receitas e despesas e os desafios para a manutenção da Casa.
Marilúcia Raulino, do DEAPS, ressaltou os desafios financeiros relacionados aos projetos sociais de atendimento a crianças, jovens e idosos cadastrados nos programas da Casa. Marilúcia propôs o retorno gradual às atividades presenciais, de forma segura do ponto de vista sanitário, e salientou que, mesmo com a pandemia, as famílias atendidas pelo Lar de Maria não ficaram desassistidas socialmente. Neses projetos, a arte e a cultura funcionam como instrumentos em favor da cidadania e de inclusão social. A Assembleia Geral do Lar de Maria, que começou com 24 sócios efetivos aptos a votar, foi coordenada pelo presidente Rafael Girard e contou com a atuação da secretária e do membro da Comissão Eleitoral, respectivamente, Cristiane Savedra e Raimundo Nonato.

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